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CYTOGENE - Diagnósticos moleculares

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Diagnóstico assertivo na palma da sua mão

Diagnóstico assertivo na palma da sua mão
 
Nos EUA estima-se que 44,7 milhões de pessoas sofrem de algum tipo de desordem mental. Mais surpreendente ainda, dados apontam que pelo menos 50% destas pessoas tenham critérios diagnósticos para duas ou mais condições clínicas (1). 
 
A ansiedade lidera no Brasil dentre os problemas mentais (2). Nos EUA, a depressão gera uma perda de produtividade da ordem de 400 milhões de dias por ano (3). 
 
Como ser mais efetivo neste tipo de tratamento?

 

 

Transtorno da Ansiedade

 
Tema recorrente na mídia, o transtorno da ansiedade já é a segunda doença mental mais comum no mundo. Segundo a OMS, hoje são 264 milhões de pessoas sofrendo deste mal. No Brasil, estima-se que 9,3% da população é acometida, três vezes mais do que a média mundial.
 
Em grandes cidades, como São Paulo, o índice pode chegar a 19,9% das pessoas. Frente a isso, o volume de vendas anual, de um único medicamento, chega até R$ 26,8 milhões (USP) – um verdadeiro caos em diagnóstico e tentativas de tratamento. Neste contexto, fica claro que a relevância do teste farmacogenômico ultrapassa o senso comum de ser somente mais um teste genético. Um estudo americano acompanhou 25 milhões de pacientes, e constatou que os custos do tratamento da ansiedade sem análise genética ao longo de dois anos, foram USD 8.863 maiores quando comparados aos tratamentos utilizando dados genômicos (5).
 
Assim, podemos enfatizar que o teste farmacogenômico da CYTOGENE é uma ferramenta que pode auxiliar o médico a prescrever a droga certa, na dose certa e no tempo certo. Consequência disto, há uma melhora da satisfação dos pacientes, da relação médico-paciente e da qualidade do cuidado.

 

 

Fique atento

 
Estudos apontam que os medicamentos com alertas destacados em vermelho estão associados com 69% mais visitas médicas por complicações ou respostas inadequadas. Nestes casos, de forma antecipada o médico saberá quando um monitoramento mais rigoroso será necessário.
 
* O Exame de Farmacogenômica aumenta os índices de sucesso terapêutico; entretanto, o médico deve atentar para casos que não apresentarem o êxito esperado. 1. (Caspi et al, 2014). A, Houts RM, Belsky DW et al. The p factor: one general psychopathology factor in the structure of psychiatric disorders? Clin. Psychol. Sci. 2(2), 119–137 (2014) 2. (Super Interessante, 2019). Revista Super Interessante 3. (Greenberg et al, 2015) Greenberg PE, Fournier AA, Sisitsky T, Pike CT, Kessler RC. The economic burden of adults with major depressive disorder in the United States (2005 and 2010). J Clin Psychiatry. 2015;76(2):155–162. 4.https://jornal.usp.br/atualidades/brasil-vive-surto-de-depressao-e-ansiedade/ 5.Benitez et al Joachim Benitez, Christina L Cool & Dennis J Scotti. Use of combinatorial pharmacogenomic guidance in treating psychiatric disorders: financial impact on a health plan. Per. Med. (2018) 15(6), 481–494

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