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CYTOGENE - Diagnósticos moleculares

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26/09/2018

Medicina assertiva garante melhor qualidade de vida

 
O início de um tratamento médico pode ser difícil não só para o paciente, mas também para o médico. Como saber se um medicamento funcionará bem?

O normal seria adotar o método de tentativas, no entanto, esse processo muitas vezes acaba retardando o sucesso das terapias. Atualmente, há uma alternativa a esse tradicional esquema de tentativas: o Exame de Farmacogenômica, oferecido pela Cytogene. De caráter preventivo, o Exame dá suporte para a qualidade de vida do paciente, pois reúne informações de 14 genes e 60 variantes gênicas de relevante impacto nas prescrições médicas. *

Conforme uma pesquisa da Associação Americana de Psiquiatria divulgada em 2018, 45% dos 1.167 pacientes analisados zeram três ou mais tentativas até encontrar um antidepressivo que funcionasse. (1)

Centenas de estudos estão avaliando as variantes gênicas testadas quanto a sua possível ou provável contribuição na identificação de risco para diferentes condições clínicas, tal como, por exemplo, uma maior tendência ao abuso de medicamentos ou drogas. (2)

O Exame de Farmacogenômica pode oferecer ainda outras vantagens, como a prescrição de dosagem individualizada, a prevenção de reações adversas e a identificação do perfil genômico individual.

Considerar que o bem-estar de uma pessoa pode ser maximizado com medidas preventivas, como o Exame de Farmacogenômica, demonstra que a medicina pode oferecer condições de vida e de saúde ainda mais favoráveis. Assim, nunca antes foi tão pertinente a famosa expressão: “é melhor prevenir do que remediar”.
 

Fique atento

O gene CYP1D6 interfere na biotransformação de 15% a 50% dos antidepressivos e antipsicóticos. Observe sempre se o medicamento prescrito é uma pró-droga ou uma droga ativa. O aplicativo Genedose Live, fornecido em cada laudo do Exame de Farmacogenômica com a chave de acesso personalizada do seu paciente, pode lhe ajudar neste processo, sugerindo alternativas de menor risco e maior assertividade. (3) Os casos que mais precisam da sua atenção são aqueles em que o exame acusar o status de metabolizador
pobre ou ultra metabolizador. (4)
 
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*O Exame de Farmacogenômica aumenta os índices de sucesso terapêutico; entretanto, o médico deve atentar para casos que não apresentarem o êxito esperado. | (1) Revista Super Interessante. Mapeamento do DNA: a nova arma contra a depressão. Publicação de 24 agosto de 2018. | (2) VANDENBERGH, D. J. et al. High-activity catechol-O-methyltransferase allele is more prevalent in polysubstance abusers. Am J Med Genet, v. 74, n. 4, p. 439-42, Jul 25 1997. ISSN 0148-7299 (Print) | (3) ZHOU, S. F.; LIU, J. P.; CHOWBAY, B. Polymorphism of human cytochrome P450 enzymes and its clinical impact. Drug Metab Rev, v. 41, n. 2, p. 89-295, 2009. ISSN 0360-2532 | (4) ZDANOWICZ, M. M.; PHARMACISTS, A. S. O. H.-S. Concepts in Pharmacogenomics. 2. American Society of Health-System Pharmacists, 2017. ISBN 9781585285167. Disponível em: https://books.google.com.br/books?id=SMOlDAEACAAJ / AKLILLU, E. et al. Frequent distribution of ultrarapid metabolizers of debrisoquine in an ethiopian population carrying duplicated and multiduplicated functional CYP2D6 alleles. JPharmacol Exp Ther, v. 278, n. 1, p. 441-6, Jul 1996. ISSN 0022-3565 (Print) / MCLELLAN, R. A. et al. Frequent occurrence of CYP2D6 gene duplication in Saudi Arabians. Pharmacogenetics, v. 7, n. 3, p. 187-91, Jun 1997. ISSN 0960-314X (Print) / MADADI, P. et al. Safety of codeine during breastfeeding: fatal morphine poisoning in the breastfed neonate of a mother prescribed codeine. Can Fam Physician, v. 53, n. 1, p. 33-5, Jan 2007. ISSN 0008-350x

 

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